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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Análise: Will & Will

"Quem é você?
Eu me levanto e respondo:
- Hã, eu sou Will Grayson.
- W-I-L-L G-R-A-Y-S-O-N? - pergunta, soletrando impossivelmente rápido
- Hã, sim. - digo - Por que pergunta?
      O garoto me olha por um segundo, a cabeça inclinada, como se pensasse que eu poderia estar passando um trote nele.
Então finalmente diz:
- Porque eu também sou Will Grayson."

         Eu vim aqui pra falar sobre um livro um tanto quanto diferente que eu andei lendo nos últimos dias. Will & Will é escrito por dois autores, o famoso John Green  que todos conhecem por conta do seu recente sucesso, e por David Levithan, autor de Nick and Norah.
John Green e David Levithan
        O livro trata da historia de dois Will Grayson's que mesmo tendo nomes nomes iguais, são pessoas completamente distintas e que não se conhecem. O que mais me chamou atenção não é apenas a escrita que eu considero diferente do David, como o fato da historia estar longe de ser um típico clichê, não é um típico romancezinho açúcar com água nível Nicholas Sparks que todos por algum motivo amam ler e é exatamente essa diferença do livro que torna ele atraente para a leitura, sempre dando aquela incerteza do final.
        Muitos podem vim a não gostar do livro por não simpatizar com os personagens, eu mesmo posso dizer que não gostei de 90% dos personagens, nem dos dois principais, porém  os personagens mesmo sendo um tanto frescos e sem atitude são extremamente interessantes, e o núcleo da sua historia nunca esta parado ou cansativo, nem mesmo nos momentos dos pensamentos mais profundos dos Will's o livro se torna chato, o que demonstra pra mim que os autores não fizeram os personagens desse livro para serem amados e sim a historia destes e realmente é isso que acontece
        Uma coisa que é muito boa nesse livros, é que trata da homossexualidade constantemente na historia, sem ser apenas aquela coisa chata e massante de "eu sou gay, meu pai não me aceita, vou fugir de casa e morar em um trailer" afinal, não é apenas isso certo? Eles mostram todos os lados a homossexualidade sem uma visão preconceituosa ou exagerada do assunto.
        É sempre bom parar para refletir, e enxergar a homossexualidade assim como outros assuntos que eles abordam como: atitude, vida social, paixão adolescente, amizade e auto estima.
        É realmente um bom livro pra refletir, e para você adolescente que fica entediado facilmente: Não, não é a merda de um livro de auto ajuda! Olhando pelo lado mais descontraído, é um livro bem engraçado com um humor um tanto quanto acido, e tenho certeza de que muitos de vocês iram se identificar com o livro ou até com os personagens deste. Aconselho que leiam, pois é realmente muito bom.

Kisses. - J     

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Cidades de papel

      Que vocês, provavelmente, já ouviram falar desse livro eu já sei, se não, pelo ou menos conhecem o autor, o adorado John Green, a sensação do momento por conta do seu maior sucesso (A culpa é das estrelas) que recentemente ganhou a sua versão no cinema.
      O livro fala sobre Quentin, um cara de uns 18 que ficou meio frustrado com a vida depois que ele e uma amiga passaram por um truama na infancia. Margo, “a amiga”, se tornou uma mulher toda cheia de atitudes, um tanto quanto problemática, com várias fugas de casa no histórico e entrou para a turma dos descolados. Em uma noite qualquer, Margo com mais um de seus planos mirabolantes bateu à janela do antigo amigo propondo uma noite cheia de aventuras pelo centro da cidade. Não, não pensem que foi para uma fara, ela queria uma mãozinha para executar algumas das suas vinganças.
      No dia seguinte, não havia notícias sobre o paradeiro de Margo. Simplesmente ela sumiu! Apesar de a família ter comunicado a polícia, eles não poderia fazer nada, por conta das outras historias da senhorita e pelo fato de ela já ser maior de idade. Quentin por sua vez decidiu começar as suas buscas, procurando alguma pista que ela poderia ter deixado especialmente para ele. A partir daí toda a trama se desenvolve e vai ficando cada vez mais interessante por conta das teorias de investigação mirabolantes criadas por Quentin.
      A história tem um ritmo bem leve, assim como os outros livros de John Green, apesar de grande parte ser uma investigação, mas a questão é que o protagonista discuti sobre os sentimentos e os impulsos que ele guardou durante anos e como tudo aquilo que estava acontecendo mexeu com ele.
      O livro também já esta começando a virar filme, a Fox comprou os direitos para a adapitação e vai repetir parte da equipe de produção de 'A culpa é das estrelas'. E adivinha quem vai ser o Quentin... Nat Wolff! O mesmo que fez Isaac no ultimo longa, o ator perfeito! Na minha opinião, o livro vai dar um otimo filme, porque a historia se passa naquele momento delicado da vida de qualquer adolescente e que já foi muito retratado por outros filmes: O fim do esnsino médio.
     Eu espero que vocês leiam, porque é muito bom, o unico problema é  que o final não é o que a gente esperava, ai é meio decepcionante, mas vale a pena por causa da trama e todos os seus desdobros.
...
x M.V. x 

quinta-feira, 12 de junho de 2014

A Seleção

     Calma aê, eu não quero falar sobre os jogadores, seus cabelos mirabolantes e suas qualidades técnicas, até porque as únicas coisas que eu sei é que os cabelos são muito estranhos e eles fazem gols. Na verdade eu quero falar com vocês sobre o primeiro livro da trilogia da editora Seguinte: "A Seleção" ('A Seleção', 'A Elite' e 'A Escolha') de uma jovem escritora, Kiera Kass.
    Os livros se passam em Illea, que é um pais futurístico que surgiu após a 4ª guerra mundial, e consiste na união dos países da America que reagiram contra a ocupação da China e da Rússia. Os príncipes, ao chegarem a idade adulta, tem que escolherem uma esposa, em meio a 35 garotas "filhas de Illea" através da Seleção que é tipo um Big Brother (#fail). O país é dividido em castas, em que a 1 é a família real e a 8 são os mendigos.
    A protagonista America, uma ruiva, dos olhos azuis, de 17 anos e que mantem um namoro com Aspen, um moreno sedução de uns 19 anos, mas eles são de castas diferentes, e isso dificulta ficarem juntos e tals. Certo dia chega à America a oportunidade de mudar de vida e ajudar a família dela: se inscrever para a Seleção. Apesar de todas as improbabilidades de ser sorteada, ela não quer se escrever por que simplesmente não concorda com essas políticas da realeza. Mas ai a mãe dela a obriga a preencher o formulário. E ela é escolhida.
    Antes disso, Aspen havia terminado com ela por não poder lhe dar um futuro melhor. No palácio, o príncipe Maxon começou a se encantar com a moça, justamente por causa da sua aversão a ele e a tudo o que acontecia ao seu redor naquele mundo cheio de pompa e logo eles começaram a se envolver, mas pouco tempo depois, America se ver em uma situação extremamente incomoda: seu ex agora estava trabalhando como guarda no palácio, para ficar junto a ela, logo quando ela já estava superando o primeiro amor.
    Se você ainda não leu eu recomendo que você leia porque é muito bom, mas depois do primeiro livro também é bom você ter coração forte, porque é angustia atraz de angustia e raiva dos personagens. Muito tenso!
    Apesar de já ter terminado de ler todos os livros, é melhor só falar da Seleção por enquanto, porque o mínimo que eu falar sobre os outros já vai ser spoiler, porque eles continuam exatamente onde o outro para. Leiam que é muito bom, eu tenho certeza de que vocês vão amar e depois venham aqui que eu quero alguém pra discutir sobre os livros que me deixaram com uma certa ressaca literária.
       OMG! Acabo de saber que a Kiera vai lançar outro livro a parte sobre a Seleção: The Queen!!!!!!!! Já foram publicados O Guarda e o Príncipe, antes mesmo do último livro da série ser lançado. AI MEU DEUS, EU NÃO ACREDITO!!!! O livro vai ser narrado pela Rainha Amberly, mãe do Maxon (o príncipe mais perfeito do mundo) que assim como America passou por uma Seleção para se casar com o rei.
...
x M.V. x